domingo, 5 de abril de 2015

DUBAI E ABU DHABI

DUBAI
Aeroporto de Dubai. Passamos pela imigração tranquilamente. Passamos pelo raio x sem problemas e nos dirigimos para a esteira para retirada das malas. Bem...eeeeeeeeeepa...cadê o Marcello? Esperamos, esperamos e nada... mais de meia hora... Resolvei procurá-lo. Voltei ao raio X. Lá estava Marcello escoltado. O policial o acompanhou para apanhar a mala dele e revistar tudo. Tudo por causa de um canivete na mala dele. Mala que viera no porão da aerononave! Até provar que fucinho de porco não é tomada, Lá se foi uma hora  de espera que revistassem toda grande mala do Marcelo, que era a menor mala do grupo, que desse “baculejo”  no Marcello...
O pau de selfie ficou na mala. Eu não queria perdê-lo.

Saindo do aeroporto, mais uma informação do anfitrião que não bateu. Facilmente apanhamos um táxi grande para nós 5, com toda nossa bagagem e pagamos 35 dhirans, (35 reais, por aproximação) até o apartamento, contra a proposta de 60 dólares para o transfer.
Em Dubai, usamos os serviços do site airbnb e escolhemos um apartamento em Deira. Só não sabia que o povo era chinês e apesar dos melhores elogios, para o MEU gosto, ficou muito aquém do que era oferecido. O anfitrião não deu as caras nenhuma vez, não  passou nenhuma informação para que pudéssemos nos locomover em Dubai, (as informações incompletas que tivemos, foram outros hóspedes que nos passaram), e com isso ficamos uma hora esperando um ônibus que, ao final, não pudemos apanhar porque não tínhamos o bendito cartão comprado em uma máquina que não existia nas redondezas, e para complicar, os táxis não levavam 5 passageiros. O jeito foi cantar “amor febril” até a Union Station, onde eu sabia ser a praça central, o miolo da velha Dubai e onde poderíamos apanhar metrô para nossos primeiros passeios.
Foto : Délcio

Ticket para uso o dia todo, tanto nos metrôs como nos ônibus ao preço de 22 reais. Isso, na conversão, o dhiran sairia ao mesmo preço do real. Ô, maravilha!
Em e-mail, o nosso anfitrião havia me dito que não compensava alugar carro para irmos a Abu Dhabi, pois sairia ao custo de 200 dólares. No caminho, entramos em uma loja transadinha, entramos para perguntar o preço só por curiosidade, pois tínhamos a informação que seria mais viável irmos de ônibus, pagando 10 dólares cada trecho. Nova surpresa. Alugamos um carro ZERADO,   com cheirinho de novinho, kilometragem ilimitada, por reles 220 reais, com o GPS. Galinha morta!
Nossos agradecimentos ao Paul, da empresa Fast Rent a Car Branch.

O dia foi todo de conhecer os shoppings mais famosos do mundo, de estar ao pé da maior torre do mundo, Burj Khalifa, fotos para todos os lados e a molecada babando com tantas novidades.

AZMENINAS fazendo compras no /shopping.







Elas pediram permissão ao marido (ou seria irmão) para tirarem fotos comigo.


Já que estávamos mesmo no Shopping Dubai, o maior do mundo, aguardamos o show das fontes dançantes. Shoooooooooow. Mereceu ficar para a segunda apresentação, que ocorreria dentro de meia hora.
Retornar ao apartamento foi hilário. Da Union Station apanhamos um ônibus que iria na direção do apartamento. Pelo menos iríamos até a metade do caminho e apanharíamos outro ônibus  no sentido da avenida. O peste do ônibus dobrou à esquerda. Descemos. Agora vamos apanhar um ônibus que vai direto por essa avenida. O peste do ônibus virou à direita... ou seja, não acertamos uma. Para não termos mais surpresas, apanhamos um ônibus na própria avenida. Seria só uma parada, mas, à noite, todos os gatos são pardos e passamos da parada. Haja caminhar. Para quem já estava morta de cansada, andar mais uns 800 metros era bobagem.

Ah, esqueci... detalhe da cozinha do apartamento. Imaginem uma cozinha de chinês. Imaginaram? POIZÉEEEEEEEEEEEEE. Eu já havia ficado incomodada com o forte cheiro de peixe frito quando chegamos de madrugada, mas ver a cozinha, era de tirar o apetite. Toda engordurada. Para usar o micro ondas, eu optei por limpá-lo primeiro.
Mas vamos aos micos, os primeiros micos da viagem, que ficaram por conta do Marcello e do Délcio. Lua linda, uma mesquita ao lado, eles foram fotografar à noite, na madrugada de nossa chegada à Dubai. Mais curiosos, pela manhã, bem cedo, foram à mesquita e entraram e estavam lá “rezando”. Só que foram abordados pelos fiéis e declararam não ser muçulmanos. A coisa ficou preta. Foram cercados pela comunidade e, segundo Délcio, amarelou, gelou...  ahahahahahaha... Sempre se diz que a curiosidade matou o gato. Ainda bem que apenas foram postos pra fora da mesquita.

ABU DHABI - Sheikh Zayed Grand Mosque

Segundo dia em Dubai ficou por conta de nossa viagem a Abu Dhabi. Imaginem a satisfação de parar em um posto de gasolina e mandar encher o tanque e pagar 50 reais!
Tudo que eu queria ver em Abu Dhabi era a Grande Mesquita, toda em mármore branco, imponente.
As estradas dos Emirados, nem se fala.





Tivemos só um pequeno problema. O Paul, da locadora, havia programado o GPS para outra mesquita , mas, como quem boca vai a Roma, pergunta aqui, ali até chegarmos à Grande Mesquita, ficando todos nós embasbacados com a beleza. Enorme, rica, majestosa... enfim, qualquer adjetivo é ínfimo para descrevê-la. Para o ingresso, há um código de vestimenta e lá fomos nós, as mulheres, com saia longa, blusa de manga longa e lenço cobrindo a cabeça. O Marcello, pelos seus dreds, foi interpelado por algum segurança que perguntou “o que é isso”, referindo-se aos dreds. Resumindo, o Marcello teve que colocar um lenço para cobrir os cabelos. Mas, afora isso, muitos homens queriam tirar fotos com o Marcello pelos dreds. hahahaha

Foram 3 horas de visita e fotos. Muitos detalhes ricos em simbologia. A riqueza que ali impera é para humilhar o Vaticano.

Quer saber mais?
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http://www.muslimheritage.com/article/sheikh-zayed-great-mosque-abu-dhabi-islamic-architecture-21st-century

 As fotos a seguir falam mais que qualquer tentativa de descrição. Enjoy them!





































Com os dedos doendo de tanto clicar, cansados, lembramos que não havíamos almoçado e já eram 6 horas da tarde. Como havíamos visto um KFC no caminho, tentamos fazer o caminho de volta. Quem disse? O raio do GPS nos mandava para outro lado. Fez-nos dar uma volta imensa e terminamo no deserto vendo o por do sol de um lado e a lua do outro. 


Roda pra cá, roda pra lá, voltamos ao centro de Abu Dhabi e já quase desistindo, eis que o paraíso estava à nossa frente. Que venham as penosas sem chili e bem crocantes. Banquete digno dos deuses, sentados do lado de fora, jantando em Abu Dhabi. Quer coisa mais chique que isso?
Barriguinha cheia, pé na estrada. A volta foi mais rápida. A ordem era apenas um banho e pular na cama.
Entregar o carro e bater perna por Dubai, fazendo hora para ir para o aeroporto à noite.




Mais uma vez aquele processo alérgico que me afeta, talvez seja a poeira, minhas pernas ficam vermelhas, coçando e queimando, como se houvesse derramado pimenta sobre a pele, atacou-me. Ainda bem que eu havia vista uma farmácia da Boots (farmácia inglêsa), no Shopping Emirates. Era urgente que fosse lá comprar um creme que é a minha salvação. Aproveitamos e da estação de metrô, cantamos “amor febril” até o Burj El Arab, o hotel mais caro do mundo, para as fotenhas de todo turista que se preza.


A moçada resolveu dar um mergulho no Golfo Pérsico enquanto fiquei na sombra, à espera.



Por ali mesmo passava um ônibus de número 8, que vai para o terminal em Bur Deira. No caminho inverso, vai até a Marina.
Pulamos nele usando o mesmo tickete comprado pro metrô o dia todo. Nosso objetivo era o mercado do ouro, mas o tempo estava passando e Bur Deira estava mais interessante. Ficamos por lá mesmo, trançando pelas ruas cheias de lojas, ouvindo a Iohannah me dizendo – como a senhora só nos trás aqui agora, quando já temos que ir para o aeroporto?







Algumas comprinhas básicas depois de muitas negociações, pechinchas, teatro, ir a outra loja e o vendedor correr atrás de você oferecendo vender pelo preço que você disse e reclamando que é pobre e tem muitos filhos para sustentar. Tudo balela. Alguns vendedores arriscam até falar um português e outros atacam mesmo de portunhol. É uma farra, enfim. Mas o bom mesmo é ficar no cais, na estação de “water taxi” observando os passageiros e o movimento. Por fim cruzamos o creek em busca da estação de metrô que nos levasse à Union Station e de lá até à loja do Paul, que havia oferecido um carro e um motorista para nos levar ao aeroporto.
Saímos do apartamento sem encontrar uma viva alma responsável. Nem o anfitrião, nem a esposa.
Check in e aeronave. Destino – Delhi. Passar pelos controles e ser sorteada para revista. Mereço. Quase deixei minhas pulseiras  e relógio na bandeja. O aeroporto é enorme . Ainda bem que tem metrô para levar os passageiros até a gate. Facilita um pouco. Dessa vez o embarque foi calmo. Nada de estouro da boiada. Creio que pelo horário, as pessoas sejam mais educadas, mais selecionadas.

Fiquei preocupada, pois os meninos, pra variar, ficaram para trás e já era  última chamada. Finalmente, lá apareceram com a maior calma do mundo, como se o comandante tivesse que esperar por eles. Ai, meus nervos!


* As fotos sem assinaturas são do Delcio Gonçalves, o nosso "punjabi"

Um comentário:

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